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Mangá Sobre Yukio Mishima (Tatenokai)



O mangá Tatenokai foi censurado no Japão no início dos anos 70. Eke é um esboço biográfico do escritor japonês Yukio Mishima. O autor do mangá assinou com o nome de Isao Iinuma, provavelmente um pseudônimo, e depois de publicá-lo em uma famosa revista do meio, nada mais se ouviu dele. O número em questão onde foi publicado foi imediatamente retirado das bancas, e o mangá só voltou a ser publicado clandestinamente, em fanzines de pouca circulação.

Documentário: As Artes do Belo


Sinopse: É um documentário de ciência poética que retoma, aprofundando-a grandemente, a doutrina de Aristóteles e de Tomás de Aquino, sem deixar de levar em conta, porém, a de Platão, a de Agostinho, a de Boécio, e ainda a de filósofos modernos, como a neokantiana Susanne Langer. Nele, mostra-se o que são as Artes do Belo, suas propriedades, seus fins; o que é o belo e se é objetivo; por que e em que se distinguem as diversas formas ou espécies destas artes; e ainda que é possível aprender a apreciá-las quando efetivamente o são, e a evitá-las quando por qualquer motivo não o são.

Imagens #153

Grandes Pintores #13 - Hippolyte/Paul Delaroche

Autorretrato Paul Delaroche



Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
Paul Delaroche foi um pintor francês nascido em Paris em 17 de julho de 1797 que alcançou seus maiores sucessos pintando a história. Ele se tornou famoso na Europa por suas cenas melodramáticas que muitas vezes retratavam temas da história inglesa e francesa. As emoções enfatizadas nas pinturas de Delaroche atraem o romantismo, enquanto os detalhes de sua obra, juntamente com o retrato glorificado das figuras históricas, seguem as tendências do academicismo e do neoclassicismo. Delaroche pretendia retratar seus assuntos e história com realismo pragmático. Ele não considerou ideais e normas populares em suas criações, mas pintou todos os seus assuntos sob a mesma luz, quer fossem figuras históricas, fundadores do cristianismo.ou pessoas reais do seu tempo como Napoleão Bonaparte e Maria Antonieta. Delaroche foi um dos principais alunos de Antoine-Jean Gros e posteriormente orientou vários artistas notáveis ​​como Thomas Couture, Jean-Léon Gérôme e Francisque Millet.

Grandes Pintores #12 - Gustave Clarence Rodolphe Boulanger

Portaretrato de Gustave Clarence Rodolphe Boulanger



Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
Gustave Clarence Rodolphe Boulanger foi um pintor francês conhecido por seus temas clássicos e orientalistas.

Boulanger nasceu em Paris em 1824. Ele ficou órfão aos 14 anos, e seu tio e guardião posteriormente o mandou para o ateliê de Pierre-Jules Jollivet e depois para Delaroche em 1840. Em 1849 levou o Prix ​​de Rome com sua pintura, Ulisses, um trabalho que combinou uma abordagem clássica com conotações orientalistas.

Imagens #146

"Como a mídia diz para eu me vestir. Como eu quero me vestir"

Fashwave - O Que é | Imagens e Músicas

Fashwave - O Que é | Imagens e Músicas



O que é Fashwave
Fashwave é um movimento musical e artístico. Fash é a abreviação de fascist (fascista) em inglês, enquanto "wave" vem de "synthwave" e "vaporwave".

O fashwave é um tipo de música eletrônica que combina o synthwave e o vaporwave e ao mesmo tempo tem um estilo artístico que combina a arte clássica com a arte futurista, videogames e ficção cientifica dos anos 80.

Imagens #120

Imagens #114

"A Beleza é Objetiva."

A Beleza é Objetiva! - O Que é a Arte Contemporânea Senão Uma Grande Pilha de Lixo e Estrume?

A BELEZA É OBJETIVA: O que é a arte contemporânea senão uma grande pilha de lixo e estrume?


No último século, o profundo, o inspirador e o belo foram substituídos pelo novo, pelo diferente e pelo feio. As chamadas "vanguardas europeias" eram compostas por artistas que majoritariamente dominavam as técnicas das artes clássicas, porém, escolheram produzir algo que escapavam aos padrões da Academia de Belas Artes. Por mais que as obras dessas vanguardas - como o Impressionismo, por exemplo - tinham como objetivo estudar a beleza de uma perspectiva diferente, elas atinham-se aos padrões de qualidade. Intencionalmente ou não, acabaram tornando-se precursoras de um mal que mais tarde atolaria a beleza artística no lamaçal da modernidade: o relativismo.

Grandes Pintores #11 - John William Godward

Suposto retrato de John William Godward

Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
John William Godward foi um pintor inglês do final do período Pré-rafaelita. Foi um protegido de Sir Lawrence Alma-Tadema. John nasceu em Londres, em 1861, mas viveu parte da vida em Wilton Grove, Wimbledon. Filho de Sarah Eboral e John Godward, um corretor de seguros, em Londres. Era o mais velho de cinco filhos, levando o nome do pai, John, e do avô, William. Foi batizado na igreja de St. Mary's, em 17 de outubro de 1861. 

John exibiu seus trabalhos na Royal Academy em 1887. Quando se mudou para a Itália com uma de suas modelos, sua família cortou qualquer relação e contato com John, tendo até mesmo cortado suas fotos dos álbuns de família.

Uma de suas mais conhecidas pinturas é Dolce far Niente (1904), foi comprada por Andrew Lloyd Webber em 1995. Em muitos casos, John pintava várias versões de uma mesma pintura, pois existe uma versão mais antiga deste mesmo quadro, datando de 1897.

John William Godward suicidou-se aos 61 anos, em 1922. Ele foi sepultado no Brompton Cemetery, zona oeste de Londres.

Sua já problemática família, que desaprovava sua carreira de artista, com a vergonha que trouxe o suicídio de John, acabou queimando todos os seus documentos. Não se sabe se restou alguma fotografia de Godward.

Godward foi um pintor neoclássico vitoriano e, consequentemente, um seguidor das teorias de Frederic Leighton. Entretanto, estilisticamente foi mais ligado a Sir Lawrence Alma-Tadema, com quem dividiu uma predileção pela estrutura clássica, como paisagens estáticas e formas construídas com mármore.

A grande maioria do trabalho de John contém mulheres em roupas clássicas, posando em paisagens estáticas, algumas semi-nuas ou totalmente nuas, o que denota sua principal inspiração, que eram as civilizações clássicas, com especial atenção para a Roma Antiga e Grécia.

John era meticuloso na pesquisa histórica na hora de compor seus quadros. Era importante reter o maior nível de detalhamento possível para garantir autenticidade. Alma-Tadema, por exemplo, era tanto um pintor quanto arqueólogo, que trabalhava em sítios arqueológicos coletando artefatos que, posteriormente, usava em seus trabalhos. John também estudava detalhes com afinco, como arquitetura e vestuário para garantir o máximo de autenticidade possível.

A presença de tantas mulheres em seus quadros fez muitos apreciadores de suas obras o categorizarem, erroneamente, como um Pré-rafaelita, especialmente por sua paleta vibrante de cores. A escolha do assunto (civilização antiga versus, por exemplo, lenda arturiana) é mais propriamente neoclasicista vitoriana. 

John William Godward logo estabeleceu uma renomada reputação por seus quadros de jovens mulheres em uma paisagem clássica e sua habilidade de aliar sensibilidade e técnica com texturas contrastantes como mármore e pele, tecido e peles.

Obras
Para ver as obras completas de John William Godward acesse:

Uma Reflexão Justa (A Fair Reflection)


Menina em Amarelo Drapery (Girl in Yellow Drapery), 1901


Uma Tarefa Agradável (A Congenial Task), 1915


Idílio Grego (Grecian Idyll), 1907


Uma Oferenda a Vênus (An Offering to Venus), 1912


Sob a Flor Que Fica no Galho (Under the Blossom That Hangs on the Bough), 1917


As Flores de Vênus (The Flowers of Venus), 1890


Lycinna, 1918


No Portão do Templo (At the Gate of the Temple), 1898


Menina Com Um Espelho (Girl With a Mirror), 1892


Sabinella, 1912


Vênus no Banho (Venus at the Bath), 1901


Um Banho de Pompeia (A Pompeian Bath), 1890


A Doce Siesta de um Dia de Verão (The Sweet Siesta of a Summer Day), 1891


O Oráculo Delphico (The Delphic Oracle), 1899


O Animal de Estimação Quieto (The Quiet Pet)


Uma Hora Inativa (An Idle Hour), 1890


Diversão Inocente (Innocent Amusements), 1891


Os Prometidos (The Betrothed), 1892


Esperando Por Uma Resposta (Waiting for an Answer), 1889


Quando o Coração é Jovem (When the Heart is Young)


A Vendedora de Frutas (The Fruit Vendor), 1917


Sim ou Não (Yes or No), 1893


Athenais, 1908


Nua na Praia (Nude on the Beach), 1922

Menina Costurando em uma Pele de Tigre (Sewing Girl on a Tiger Skin), 1889


Esperando Pela Procissão (Waiting for the Procession), 1890


Um Rato na Cesta de Trabalho (A Mouse in the Work Basket), 1893


Campaspe, 1896


O Recreio (The Playground), 1892


A Lagoa de Peixes (The Fish Pond), 1899


A Costureira (The Seamstress), 1901


Ele Me Ama, Ele Não Me Ama (He Loves Me, He Loves Me Not), 1896


A Favorita (The Favourite), 1901


Cultura Branca, Ícones Brancos, Heróis Brancos, Verdadeiros Pintores e Artistas, a verdadeira arte.

Roger Scruton - Música e Moralidade


“Os caminhos da poesia e da música não são mudados em lugar algum sem mudança nas leis mais importantes da cidade.” Assim escreveu Platão na República (4.424c). A música, para Platão, não era uma diversão neutra. Poderia expressar e encorajar a virtude - nobreza, dignidade, temperança, castidade. Mas também podia expressar e encorajar o vício - sensualidade, beligerância, indisciplina.

A preocupação de Platão não era tão diferente da de uma pessoa moderna preocupada com o caráter moral, e o efeito moral do Death Metal, digamos, ou o musical kitsch do tipo de Andrew Lloyd Webber. “Devem nossos filhos estar ouvindo essas coisas?” É a pergunta na mente dos adultos modernos, assim como “a cidade deveria permitir essas coisas?” Foi a pergunta na mente de Platão. Claro, há muito desistimos da ideia de que você pode proibir certos tipos de música por lei. No entanto, ainda é comum acreditar que a música tem - ou pode ter - um caráter moral, e que o caráter de uma obra ou estilo de música pode “influenciar” de alguma forma em seus devotos.

Grandes Pintores #10 - Thomas Francis Dicksee

Thomas Francis Dicksee Retrato


Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
Thomas Francis Dicksee foi um pintor inglês nascido em 13 de dezembro de 1819 em Condom na França. Ele era um retratista e pintor de temas históricos, de gênero - muitas vezes de Shakespeare - que era o aluno de H. P. Briggs. Ele exibiu na Royal Academy de 1841 até o ano de sua morte. Seu irmão John Robert Dicksee também era um pintor, e seus filhos, Sir Francis Dicksee e Margaret, também se tornaram pintores. No Dicionário de pintores vitorianos, Herbert Dicksee é dado como seu filho também, mas de acordo com a Escola da Cidade de Londres, onde Herbert ensinou, ele era filho de John Robert Dicksee.

Grandes Pintores #09 - Frederic Leighton


Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
Frederic Leighton, 1.º Barão Leighton, foi um pintor e escultor inglês nascido em Scarborough em 3 de dezembro de 1830. Ele estudou na University College School em Londres, e foi buscar aperfeiçoamento no continente, com Eduard von Steinle, Giovanni Costa e na Academia de Florença. Mais tarde passou alguns anos em Paris, encontrando Ingres, Delacroix, Corot e Millet. Voltou a Londres em 1860, passando a fazer parte do grupo dos Pré-Rafaelitas, em 1864 ingressou na Royal Academy, e desde então se tornou um artista celebrado. Foi o detentor do mais breve pariato inglês, falecendo apenas um dia após ser sagrado barão, embora já fosse um baronete desde 1886. Sua casa hoje é um museu. Também foi membro do Institute de France e recebeu a Legião de Honra no grau de cavaleiro.

Grandes Pintores #08 - Lawrence Alma-Tadema


Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
Lawrence Alma-Tadema, nascido Lourens Alma Tadema, foi um holandês tido como um dos mais proeminentes pintores e desenhistas do neoclassicismo europeu. Ao longo de sua vida, Alma-Tadema também adquiriu cidadania na Bélgica, bem como no Reino Unido. Cursou a Real Academia de Belas Artes de Antuérpia, na Bélgica, tendo se estabelecido na Inglaterra por boa parte da vida. Tornou-se famoso por seus trabalhos retratando o luxo e a decadência do Império Romano e Grécia Antiga, com retratos vívidos das construções em mármore, contrastando com o azul do mar Mediterrâneo e o céu. Muito admirado e apreciado em vida pelos seus retratos da Antiguidade clássica, seu trabalho caiu no ostracismo após sua morte, tendo sido redescoberto na década de 1960 e reavaliado como um dos maiores expoentes da pintura inglesa do século XIX.

Grandes Pintores #07 - Antonio Ciseri


Introdução a Serie:
Com a degeneração da arte introduzo esta serie para apresentar verdadeiros artistas e suas obras, muitos dos quais foram propositalmente esquecidos, fazendo assim prevalecer a verdadeira arte.

Introdução
Antonio Ciseri foi um artista suíço nascido em Ronco sopra Ascona em 25 de outubro de 1821.

Ciseri nasceu no cantão¹ de Ticino, Suíça, e foi treinado em Florença sob a orientação de Niccola Benvenuti. Suas pinturas religiosas são rafaelinas na composição e em suas superfícies refinadas, mas têm um efeito quase fotográfico. Ele cumpriu muitas importantes comissões de igrejas na Itália e na Suíça. Ciseri também pintou um número significativo de retratos.

¹Cantão Suíço historicamente é considerado um Estado soberano, com fronteiras próprias, além do exército e moeda.