Mikhail Bakunin Sobre os Judeus (Carta aos Internacionais, 1871)


Os delegados das sociedades operárias da Alemanha e da Suíça alemã só começaram a tomar parte das discussões dos Congressos da Internacional depois de 1869. Eles se apresentaram pela primeira vez, em número considerável, no último Congresso de Basiléia (setembro de 1869), após terem se constituído previamente em partido da democracia socialista pangermânica, sob a inspiração direta e sob a direção indireta de Marx que, residindo em Londres, fazia-se e faz-se representar ainda no seio do proletariado, tanto da Alemanha propriamente dita, quanto da Áustria, principalmente por seu discípulo, judeu como ele, Liebknecht, e por muitos outros partidários fanáticos, em sua maioria judeus também.

Os judeus costituem hoje na Alemanha uma verdadeira potência. Ele próprio judeu, Man tem em tonro de si, tanto em Londres quanto na França e em muitos outros países, mas sobretudo na Alemanha, uma multidão de pequenos judeus, mais ou menos inteligentes e instruídos, vivendo principalmente de sua inteligência e revendendo suas idéias a retalho. Reservando para si próprio o monopólio da grande política, ia dizendo, da grande intriga, ele lhes abandona de bom grado o lado pequeno, sujo, miserável, e é preciso dizer que, sob esse aspecto, sempre obedientes a seu impulso, à sua elevada direção, eles lhe prestam grandes serviços: inquietos, nervosos, curiosos, indiscretos, tagarelas, agitados, intrigantes, exploradores, como o são os judeus em todos os lugares, agentes de comércio, acadêmicos, políticos, jornalistas, numa palavra, corretores de literatura, ao mesmo tempo que corretores de finanças, eles se apoderam de toda a imprensa da Alemanha, a começar pelos jornais monarquistas mais absolutistas até os jornais absolutistas radicais e socialistas, e desde muito tempo reinam no mundo do dinheiro e das grandes especulações financeiras e comerciais: tendo assim um pé no Banco, acabam de colocar nestes últimos anos o outro pé no socialismo, apoiando assim seu posterior sobre a literatura quotidiana da Alemanha... Vós podeis imaginar que literatura nauseabunda isto deve fazer.

O Homem e a Morte: Seneca - Parte 18


"[...]Grande parte da vida escapa aos que fazem poucos, a maior parte, aos que nada fazem e a vida inteira, aos que fazem o que não importa. [...] De fato, nos deixamos enganar quanto a isso, porque vemos a morte mais à frente: grande parte dela já está no passado. Tudo na existência que ficou para trás pertence à morte. logo, meu caro Lucílio, faz o que me escreves que vens fazendo: abraça todas as horas. Assim, acontecerá de dependeres menos do amanhã se tiveres tomado o hoje em tuas mãos. Avida transcorre enquanto é adiada." - Sêneca, Edificar-se para a morte (Das Cartas Morais a Lucílio), Editora Vozes, Pág 15-16

Bobby Fischer - Sobre os Judeus (Entrevista em 2000)


Bobby Fischer: Parece que os EUA leva definitivamente a sério isto de condenar-me a 10 anos de prisão... por jogar xadrez! [risos do repórter]

Eu creio que, até onde sei, sou a única pessoa com a qual os EUA têm utilizado está lei. Que eu saiba... Talvez outra pessoa tenha-o passado; não ouvi falar sobre isso. Acho que sou a única pessoa... Porque os judeus controlam totalmente os EUA. O governo dos EUA é uma fachada, não é o governo na forma como as pessoas pensam. É apenas um fantoche nas mãos dos judeus, é um joguete para os judeus. Agora... os judeus costumavam se esconder um pouco nos bastidores, mas na atual administração (Clinton) vieram à luz do dia. Eles ocupam agora abertamente todas as posições do topo.

Repórter: Acha que tem piorado nos últimos 6 anos(ininteligível)?

O Homem e a Morte: Epicuro - Parte 17


Carta Sobre a Felicidade (a Meneceu):


"Acostuma-te à idéia de que a morte para nós não é nada, visto que todo o bem e todo o mal residem nas sensações, e a morte é justamente a privação das sensações. A consciência clara de que a morte não significa nada para nós proporciona a fruição da vida efêmera, sem querer acrescentar-lhe tempo infinito e eliminando o desejo de imortalidade.

O Homem e a Morte: Marco Aurélio - Parte 16


"Isto que sou é carne, sopro vital e faculdade condutora. Abandona teus livros; não distrai tua mente; isso não é permitido, mas, como se estivesses desde agora na iminência de morrer, despreza a carne nela pensando minimamente, a qual não passa de sangue e poeira, pequenos ossos, tecidos precários de nervos e entrelaçamento de veias e artérias. Considera o que é teu sopro vital, que não passa de um vento, que nem é constante, mas a todo momento expelido para ser novamente engolido." (Marco Aurélio, Meditações, EdiPro, Livro II, página 25)

PDF: Manifesto da Raça, 1938 | Traduzido para português

Il Manifesto Della Razza (traduzindo por Charis D'Cruz direto do italiano).

O Homem e a Morte: Sonho - Parte 15



Há uns dois ou três dias, acho que no dia 19/07/2020, eu tive uma especie de visão.

Eu fedia. Era um fedor muito forte. Meu corpo estava apodrecendo. Eu estava em decomposição. Os vermes me comiam. Eu estava enterrado. Estava em um caixão. Eu via tudo aquilo, porém não podia me mexer, nem fazer nada. Eu só sentia aquele fedor e via meu corpo se desfazendo. Desesperado eu precisava de ajuda. Mas ninguém podia me ajudar. Eu estava sozinho. Não havia nada que pudesse ser feito. Eu estava desaparecendo. Minha existência estava sumindo em meio àquela podridão. Lentamente, sendo corroído, eu deixava de existir.

Neste momento, porém, eu tive uma epifania. Eu vi que meu corpo se desfazia e iria virar adubo para o solo. Nesta visão eu pude ver, não tão claramente por causa de uma luz branca principalmente, que havia crescido uma arvore onde eu havia sido enterrado.